Quarta-feira, Fevereiro 11, 2009

Mulheres mais bonitas de Hollywood

Uma das coisas mais difíceis de acontecer é uma lista sobre qualquer coisa sair e todos concordarem com ela. Principalmente eu, que sou chato com certas coisas.

Saiu uma lista das mulheres mais bonitas da história de Hollywood, e eu concordo em quase tudo nessa lista. Audrey Hepburn merece.

E pode ser considerada até uma surpresa, pois dos 7 primeiros lugares só ela não tem um corpasso, é bem magrinha, mas com o rosto doce e perfeito.

O que não concordo nessa lista é a posição da Scarllet Johansson, que poderia muito bem trocar de posição com a Cameron Diaz. A única mulher que consigo pensar que poderia entrar nesta lista é a Penelope Cruz, só não sei no lugar de quem. Talvez da Doris Day, mas é difícil escolher.

Nada a reclamar da posição das outras mulheres da lista (sem trocadilhos, por favor).

Aí vai a lista:

1º - Audrey Hepburn 
2º - Angelina Jolie 
3º - Grace Kelly 
4º - Marilyn Monroe 
5º - Sophia Loren 
6º - Catherine Zeta Jones 
7º - Elizabeth Taylor 
8º - Keira Knightley 
9º - Halle Berry 
10º - Brigitte Bardot 
11º - Julia Roberts 
12º - Vivien Leigh 
13º - Nicole Kidman 
14º - Cameron Diaz 
15º - Doris Day 
16º Scarlett Johansson 
17º - Charlize Theron 
18º - Jennifer Aniston 
19º - Michelle Pfeiffer 
20º - Liv Tyler

PS: O Blogger não me deixou postar umas imagens, assim que der atualizo o post.

Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009

Noite de mulheres em Belo Horizonte

De volta ao Music Hall em Belo Horizonte, dessa vez para assistir aos shows de Roberta Sá e da banda Moinho, projeto de Lan Lan, Toni Costa e Emanuelle Araújo. A fila do lado de fora era maior do que a fila do show do Little Joy semana passada, com certeza, e me deu a impressão de que a casa estaria mais cheia do que estava naquele show, o que não aconteceu.

Por ser mais conhecida e ter mais carreira do que a banda Moinho (desconsiderando a bagagem de Lan Lan com Cássia Eller e de Emanuelle com a Banda Eva), a ordem lógica seria Moinho abrir o show, mas pelo que me pareceu uma questão de logística Roberta , pois Moinho tinha muito mais equipamentos para serem montados e desmontados do que a banda da Roberta Sá.

Roberta confirmou todas as expectativas que tinha sobre ela, que a faz ser uma das musas da música brasileira (de acordo com este post). Roberta é simplesmente incrível no palco, soa tão bem quanto no CD, interage muito bem com o público, conversa e olha no olho de todos os presentes, ou pelo menos tenta.

Abrindo o show com as músicas que abrem seus 2 CDs, O Pedido, Alô Fevereiro e Eu Sambo Mesmo, o repertório teve poucas músicas lentas de seus álbuns e manteve sempre a animação bem alta no lugar. Mas por ironia, um dos pontos altos do show foi a versão de Casa Pré-Fabricada, do Los Hermanos, música que foi cantada bem alto por toda a platéia, e foi a mais lenta do show. Sempre em alto nível o show continuou com as ótimas Ah, Se Eu Vou, A Vizinha do Lado, Pelas Tabelas, Braseiro e uma música inédita, que entrará no DVD que será gravado no Rio de Janeiro no dia 03/04, informação dada por ela no show, que admitiu que ainda não está confirmado, mas convocando a mineirada toda pra ir ao show, porque é – segundo ela – o público mais afinado para qual ela já tocou (mal aê, sô).

Roberta tocou o repertório do seu DVD em primeira mão como um teste e parece que deu certo. Se o repertório for mantido, será um DVD com seus dois CD quase completos, encerrado pela ótima Laranjeira.

Terminado o show dela, mais ou menos 40 minutos depois, a banda Moinho subiu ao palco para tocar o seu samba com guitarras, liderado pela belíssima e hiperativa Emanuelle Araújo e Lan Lan, que parece um menino (hiperativo) no palco sempre sambando e animando a galera.


Roberta e Emanuelle hipnotizam seu público e sabem interagir com ele. Tem ele na palma da mão durante todo o show e ele faz o que elas quiserem. A boa música ajuda, mas sem bons intérpretes, ela não funciona ao vivo, e pessoas não se lembram de seu show, quando lembram, não tem boas memórias. Oposto das que eu tenho desta noite em que as mulheres dominaram no Music Hall em Belo Horizonte.